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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Compota de Abóbora e Laranja


Vivo aqui bem perto da Lourinhã, terra bem conhecida pelo cultivo das abóboras e de gente generosa :) Em Dezembro ofereceram-me abóbora menina e abóbora manteiga, que aproveitei para fazer esta Compota de Abóbora e Laranja, Sonhos de Abóbora, Creme de Abóbora e Cenoura com Croutons e ainda congelei para ir juntando às sopas de legumes.
Esta receita de compota de abóbora foi adaptada do livro base da Bimby, juntei-lhe um pouco mais de açúcar e o aroma de laranja. Ficou mesmo ao nosso gosto.

Ingredientes:
  • 800 g abóbora, cortada em pedaços pequenos
  • 400 g açúcar (usei 700 g)
  • Sumo de 1 laranja

Faz-se assim:
  1. Descasque a abóbora, deixe-a bem limpa e coza-a num tacho com água. Deixe escorrer bem, num escorredor, durante algumas horas.
  2. Coloque no copo da Bimby 400 g de abóbora e triture 15 seg/vel 6. Repita o processo para as restantes 400 g.
  3. Adicione o açúcar e o sumo da laranja e programe 30 min/100°C/vel 1, substitua o copo medida pelo cesto para evitar salpicos.
  4. Programe 15 seg e vá progressivamente até à vel 6.
  5. Deite logo de seguida em frascos previamente esterilizados e feche de imediato para criar vácuo.

sábado, 11 de agosto de 2012

Salinas de Rio Maior - Flor de sal



O Ideias Saborosas anda a descobrir terras e sabores do nosso Portugal. Sempre que possível partilharei convosco os sabores da nossa terra.
Numa passagem por Rio Maior decidimos parar para visitar as salinas e comprar sal e flor de sal (ideal para temperar saladas, grelhados e cozidos). 
É claro que não podíamos perder a oportunidade de adquirir este tempero, essencial em qualquer cozinha, para dar sabor aos nossos cozinhados.

E vocês já passaram pelas Salinas de Rio Maior?

Curiosidade...
As Salinas Naturais de Rio Maior, também conhecidas como Salinas da Fonte da Bica, estão situadas no sopé da Serra dos Candeeiros, a três quilómetros de Rio Maior.
São compartimentos – talhos - feitos de cimento ou de pedra, de tamanho variado e pouco fundos, para onde, por regueiras, é conduzida a água salgada que se tira de um poço.
Uma mina de sal-gema, muito extensa e profunda, segundo os técnicos, atravessada por uma corrente subterrânea que alimenta um poço, faz com que a água dele extraída seja salgada, sete vezes mais salgada que a do mar. Da sua exposição ao sol e ao vento e consequente evaporação da água obtêm-se o sal, depositado no fundo dos talhos e que depois é colocado em montes, em forma de pirâmides, para secar até ser recolhido.
O processo é rudimentar e semelhante ao usado nas salinas da beira-mar. Só há diferença no vale pitoresco que as rodeia, no poço, no estilo próprio dos marinheiros (como são conhecidos os homens que trabalham nas salinas), nas casas de madeira e no ar campestre que se respira.

domingo, 8 de julho de 2012

Bolo lêvedo dos Açores


Hoje não trago uma receita, venho partilhar uma iguaria da nossa terra - Bolo lêvedo dos Açores.
Gosto de experimentar a gastronomia local e claro que quando estive nos Açores provei muitas iguarias da ilha. 


O bolo lêvedo dos Açores conquistou-me quando estive em S. Miguel, mas quando voltei estive muito tempo sem comer. Agora já descobri onde comprar esta iguaria, encontro os bolos do Marco dos Açores nos supermercados Jumbo ou no El Corte Inglés, em Lisboa.
Estes bolos são óptimos recheados com queijo e fiambre. Mas também são muito bons com doces de fruta.
Para completar um bom pequeno-almoço ou um lanche sugiro que acompanhem com um sumo de laranja natural.